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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
CONVITE

 

Embaixada de Portugal em Bruxelas
 
Convite
 
Por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas,
no âmbito da Presidência Portuguesa da CPLP e em colaboração com a Livraria Orfeu
 
 
Sábado, 30 de Maiode 2009, às 18:00 horas
Livraria Orfeu, Rue du Taciturne, 43
1000 Bruxelas
 
Recital de piano e poesia
Amar em Português
por
Alena Khmelinskaia e Maria José Guerra
Com o apoio de

Fundação Pedro Ruivo,Faro - Instituto Camões - Turismo de Portugal/Algarve

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publicado por Orfeu às 15:28
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Présentation du livre

 

Retour à Lisbonne
de
Carlos K. Debrito
 
De passage à Lisbonne, Xavier Martins revoit, au long d'un trajet choisi soigneusement, son passé. Né dans la capitale portugaise bien avant la révolution des œillets d'avril 74, obligé de partir à l'étranger à cause du régime totalitaire de l'époque, il revisite cette ville qui a été la sienne, avec un regard critique et cœur toujours lusitanien.
Xavier Martins est ainsi plongé rapidement dans ses souvenirs les plus intimes. Un voyage intérieur, un aller et retour, qui nous conduit singulièrement à travers les rues de Lisbonne, à Bruxelles et à Paris.
Retour à Lisbonne constitue une véritable déambulation européenne, une particulière recherche d'identité. La description de chaque pas donné est ainsi accompagnée par la réflexion intellectuelle et, surtout, par la dimension affective qui en résulte.
 
Le débat sera animé par
Alberto V. Nogueira, écrivain
 
Carlos K. Debrito est né à Braga, au Portugal. Il est médecin, psychiatre des hôpitaux, auteur de plusieurs essais. Il a préfacé différents ouvrages politiques et littéraires et collabore régulièrement avec les revues scientifiques de sa spécialité, françaises et portugaises. Retour à Lisbonne est son premier roman.
 
                                                                                           

Mardi, le12 mai 2009, à 18,30 heures

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publicado por Orfeu às 09:15
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
METAMORFOSES

 

Convite/Invitation
Exposição de escultura de
INÊS ABRANTES
 
Nascida na Bélgica, Inês Abrantes vive actualmente em Portugal onde desenvolveu o seu percurso artístico na área da escultura desde 1997. Ao longo destes anos, nota-se uma constância: a presença da madeira como material de predilecção à qual se junta pontualmente o ferro, cordas e fibras vegetais. Neste percurso, perdura também uma procura insaciável tanto formal como espiritual que se materializou de maneiras diversas: em corpos femininos desvendados, formas orgânicas ou criações situadas no limiar do abstracto e com conotações simbólicas. Estas esculturas revelam uma intimidade profunda com a natureza e o cosmos, manifestam também um processo criativo onde as metamorfoses íntimas e corporais ocupam um lugar subjacente.
 
A escultura de Inês Abrantes revela-nos o seu modo de ser, reflexivo e inquieto. Licenciada em Filosofia, Inês procura a essência da vida, as suas origens e dá visibilidade, através da escultura, às questões com as quais se confronta.
Ao eleger a madeira como suporte da sua linguagem plástica, pretende materializar muitos dos conceitos que, numa primeira etapa, lhe foram apresentados pela filosofia.
Inês Abrantes revela-se, deste modo, uma pessoa preocupada em atingir a unidade do ser, na conjugação entre matéria e espírito. As suas peças escultóricas mostram-no duma maneira clara.
Embora se encontre numa fase intermédia do percurso de crescimento e de aprofundamento interior, as peças que produziu ao longo destes anos indicam um amadurecimento patente face aos objectivos a que se propõe: unir a arte do pensamento à imagem.
 
Née en Belgique, Inês Abrantes vit actuellement au Portugal où elle a développé son parcours artistique dans le domaine de la sculpture depuis 1997. Au long de ces annés, on observe une constante: la présence du bois comme matériau de prédilection auquel se joignent ponctuellement le fer, les cordes et les fibres végétales. Dans ce parcours, demeure aussi une recherche inassouvie autant formelle que spirituelle qui s’est matérialisée de différentes manières : par le dévoilement de corps féminins, des formes organiques ou des créations situées au seuil de l’abstrait et avec des connotations symboliques. Ces sculptures révèlent une intimité profonde avec la nature et le cosmos, elles manifestent aussi un processus créatif où les métamorphoses intimes et corporelles sont sous-jacentes.
 
La sculpture d’Inês Abrantes nous révèle sa façon d’être réfléchie et inquiète. Licenciée en philosophie, Inês recherche l’essence de la vie, ses origines et, à travers la sculpture, met en évidence les questions auxquelles elle est confrontée.
 En choisissant le bois comme support de son langage plastique, elle cherche à matérialiser bien des concepts qui, dans une première étape, lui ont été inspirés par la philosophie. Inês Abrantes se révèle ainsi soucieuse d’atteindre l’unité de l’être, dans la fusion entre matière et esprit. Ses sculptures le montrent clairement.
Bien qu’elle soit dans une phase intermédiaire du parcours de croissance et d’approfondissement intérieur, les pièces qu’elle a produites au long de ces années attestent une maturation face aux objectifs qu’elle se propose : unir l’art de la pensée à l’image.
Lisboa - Abril de 2009, Eugénia Tomaz.
                                                                                           
Sábado/samedi, 9.5.2009, 18 h
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publicado por Orfeu às 16:44
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009
Apresentação do Livro

 

À Espera de Godinho
- quando o futuro existia -
 
de
 
Amadeu Lopes Sabino
Jorge de Oliveira e Sousa
José Morais e
Manuel Paiva
 
 
 
Diálogos de Bruxelas
 
Três portugueses e um belga de origem portuguesa, nascidos nos anos 40 do século XX e cujos caminhos se cruzam em Bruxelas, reúnem-se em quatro jantares à espera de um quinto conviva que se faz rogado. Reencontram-se na erra de ninguém entre a memória e o esquecimento, os tempos e os espaços em que o futuro foi uma realidade: o Estado Novo e a guerra colonial que todos recusaram, escolhendo a experiência amarga e enriquecedora do exílio; a oposição à ditadura, vivida por cada um de diferentes modos e com diferentes expetativas; as miragens da revolução e da democracia e, encerrado o ciclo do império, o regresso de Portugal ao retângulo europeu. Em torno da integração política na Europa e das turbulências do início do terceiro milénio reacendem-se os debates do passado revisitado. O diálogo aguça e lima arestas,contradições, interrogações. Chegou a hora de cada um se dedicar a cultivar o seu jardim? Será a Utopia ainda possível ou mais do que nunca nefasta? Quem vence a partida: o descobridor de novos mundos ou o Velho do Restelo? Quem é afinal o convidado que falha sucessivos encontros e recursos? O Godinho que parte para África é um Gonçalo Ramires, o fidalgote queirosiano que passa pelos trópicos sem tostar a pele, ou um senhor Oliveira da Figueira, o laborioso mercador de panos e contas de vidro dos álbuns de Tintim?
 
Introdução de Joaquim Pinto da Silva
(colaboraçãode Cláudia Tomás e José Pedro Pessoa e Costa)
 

 

Sexta-feira, 8 de Maio de 2009,

às 18,30 horas

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publicado por Orfeu às 09:55
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